
Eu preservo a Natureza. E você?
Roberta Rizzo
Quem está na faixa dos 40 anos, como eu, certamente se lembra de uma cena: alguém " batendo à máquina" um documento,e, ao errar, praticamente arrancar o papel da engenhoca e arremessá-lo furiosamente na lata de lixo, àquela altura já lotada por outros tantos papéis desperdiçados.
Lá pelos anos 70, a máquina de escrever era a ferramenta de trabalho de professores, jornalistas e escritores, entre outros. Era uma época em que ainda escrevíamos à mão e nossas letras eram legíveis; esperávamos pelo Jornal Nacional saber as notícias do dia; a Olivetti era uma marca consolidada e Bill Gates, no meio da década, ainda se lançaria em um tal negócio chamado Microsoft. O Brasil começava a falar em " consciência ecológica" e a Amazônia tinha cerca de 1% de sua área desmatada.
Décadas depois, vivemos em um mundo que parece acelerar a cada instante. As novidades não chegam pelo Jornal Nacional, mas sim pelo refresh das páginas dos sites de notícias. Levo meu computador com banda larga para qualquer lugar e meu Blackberry me mantém conectada 24 horas por dia. Bill Gates já transformou o mundo e saiu de cena e a Amazônia está 20% mais devastada.
Nossos filhos trazem da escola a consciência ecológica que nós deveríamos ter tido anos atrás. Surpreendo-me ao vê-los, com apenas 5 anos de idade, economizando água, papel, apagando as luzes largadas acesas pela casa e cantando a música do Pepeu Gomes: "
Quem não respeita a natureza/ Não dá força pra beleza / Não considera a vida / É pedra, não é gente ainda..." Surpreendo-me,mas,ao mesmo tempo, sinto imenso orgulho ao ver meus dois pequenos cidadãos conscientes de que nosso planeta retorna para nós o tratamento que lhe damos.
E, foi em uma noite em que eu imprimia pilhas de documentos para entregarmos no dia seguinte, entre fichas de profissionais, cópias de atestados médicos e atestados de bons antecedentes, que meus filhos chamaram minha atenção: " Mamãe, pra que tanto papel?" Fiquei sem resposta.
Na correria do dia-a-dia e com o objetivo claro de documentar todo o nosso processo para tranquilizar um pouco mais pais e mães, no sentido de que realmente fazemos tudo aquilo a que nos propomos, eu não havia percebdio quanto papel nós usamos em nossos processos, papéis esses que poderiam ser substituídos por arquivos digitais, devidamente assinados e certificados. Aqueles dois rostinhos olhando para todo aquele papel com tamanha surpresa não sairam da minha cabeça por um bom tempo.
Naquele momento, comecei a buscar soluções tecnológicas, visando preservar a integridade e a validade jurídica dos documentos enviados, mas sem usar tanto papel. Hoje, nós fazemos nossa parte, utilizando arquivos digitais, que os pais podem visualizar,sem ônus para nossas florestas. Os arquivos são disponibilizados para o cliente 24 horas antes da candidata apresentar-se na casa, com validação digital reconhecida legalmente, por empresa reconhecida pel Observatório Nacional. Com isso, geramos enorme economia de recursos naturais e financeiros, contribuindo, dessa forma, para um mundo mais saudável para nossos filhos e netos.
Caso o cliente opte pelo papel, a Kanguruh envia, mediante o pagamento de uma taxa símbólica, a " taxa verde" (R$ 8,00).
Nós preservamos a Natureza. E você?